ABRAÇANDO O MEIO AMBIENTE


Pequenas mudanças que você pode adotar para melhorar o planeta.
 

Que estamos deixando uma triste herança para nossos filhos e netos, isto já não é novidade. Muito pessimismo também não vai ajudar neste desafio que a humanidade tem pela frente. Neste cenário a certeza é a de que você pode e deve fazer a sua parte.


Se você não conhece a frase "Pensar globalmente, agir localmente", é melhor memorizar e refletir sobre a mensagem. Pequenas medidas que você pode adotar irão fazer toda a diferença em um futuro próximo.


Em numero em seguida atitudes primordiais para sua saúde e de nosso planeta: Caminhe ou vá de bicicleta quando puder. Carros são mais responsáveis por danos a atmosfera do que as indústrias. Recicle - o lixo que não é reciclado acaba em um aterro, gerando metano e CO2; além disso, produtos reciclados requerem menos energia para ser produzidos do que produtos feitos do zero; Plante árvores e outras plantas onde puder - as plantas tiram o CO 2 do ar e liberam oxigênio; Jamais queime lixo - a queima lança CO2 e hidrocarbonetos para a atmosfera.

 

Se não der para evitar ter um carro, certifique-se de andar somente com o motor regulado - isto permitirá que ele funcione com maior eficiência e produza menos gases nocivos; Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes. Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente.


É claro que existem muitas outras medidas a serem tomadas para evitar um colapso ambiental, mas estas atitudes podem ser consideradas primordiais por serem simples e de grande importância. Para finalizar estas diretrizes, lembre-se também de sugerir para seus amigos a adoção destas práticas.

MEIO AMBIENTE


Salvar a terra - um bocado de cada vez.
Como a alimentação está relacionada ao meio ambiente?
Hoje, a frase "Reduzir, Reutilizar e Reciclar" tornou-se parte da rotina de jovens e velhos. Mas, quando plantamos árvores com as crianças, limpamos a margem do rio com os vizinhos e racionalizamos o uso da energia elétrica em casa, não percebemos uma das maiores ferramentas para a proteção de nosso planeta — o garfo. Na verdade, a escolha que fazemos em relação àquilo que comemos tem tanto impacto sobre o planeta quanto a escolha de uma sacola de pano, de papel ou de plástico para carregar as compras.


É fácil imaginar o lixo tóxico das fábricas, mas poucos param para pensar no impacto ambiental da produção de alimentos. O aumento da agricultura industrializada consome enorme quantidade de recursos naturais e cobra um alto pedágio ambiental. E, em nenhuma área, o impacto é mais destrutivo, com conseqüências a longo prazo, do que na produção de produtos animais — de carne e aves a peixe e laticínios.


Pense sobre estes fatos:
As 17 maiores áreas de pesca do mundo alcançaram e ultrapassaram seus limites naturais no começo da década de 90.  No mundo inteiro, um terço dos peixes é triturado como ração para outros animais.  A cada ano, nas Américas do Sul e Central, 20.000 km² de florestas tropicais são derrubados para criação de pasto.


A pecuária é terrivelmente ineficiente. A pessoa que não come carne nem laticínios consome, por dia, em torno de 2.500 calorias provindas de plantações; a pessoa que inclui apenas 30% de produtos animais na comida requer 9.000 calorias provindas de plantações.  Estrume, adubos químicos e pesticidas levados pelo rio Mississipi criaram uma área estéril de mais de 18.000 km² no fundo do Golfo do México chamada de "Zona Morta".


O perigoso micróbio pfiesteria matou 30.000 peixes na Baía de Chesapeake quando o esterco de galinha usado nas fazendas passou para as águas.  A produção de carne causa a devastação de enormes extensões de terras. A terra usada como pasto provoca erosão e perda de plantas e de animais nativos.  A cada ano, as fazendas produtoras de animais geram aproximadamente cinco toneladas de esterco para cada habitante dos EUA.  "Administrar" a produção de esterco está se tornando um grande problema. Em 1995, por exemplo, lagoas de contenção espalharam mais de 150 milhões de litros de esterco de porco nas águas da Carolina do Norte — o dobro da quantidade de óleo vazado em acidente da Exxon Valdez.


O que podemos fazer:
As manchetes diárias sobre problemas ambientais podem provocar a sensação de que nossas ações pessoais fazem pouca diferença. A boa notícia é que, com o poder do garfo, podemos fazer uma sensível diferença! Comer direito – Cada vez que pegamos o garfo, podemos escolher alimentos que são saudáveis para as pessoas e saudáveis para o planeta.

 

Seja inteligente: ajude a salvar o meio ambiente


Para muitos o tema não desperta interesse. Quando se fala em desenvolvimento sustentável e preservação da biodiversidade, logo associam o problema a interesses particulares. Enquanto esse pensamento norteia grande parte da sociedade, o planeta azul (ou seria preto de gases poluentes e queimadas) pede socorro.


Há cerca de dois anos comecei a me interessar por reportagens sobre meio ambiente. São matérias sempre mais difíceis de serem produzidas (pela logística e deslocamento), porém são também as mais preferidas do público. Mas não se tornou um interesse meramente profissional. Lendo o livro Mundo Sustentável, do jornalista André Trigueiro, percebi o quanto posso contribuir para um futuro menos catastrófico para as minhas futuras gerações. Gestos simples e atitudes inteligentes podem fazer a diferença.


Numa hera onde é comum encontrarmos a figura do ‘Zé Sujão’ e suas garrafas plásticas, a iniciativa pela preservação do meio ambiente parece ser o único caminho. Essa semana estive na Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMEIA), onde apanhei quinze mudas de diversas árvores como Ipê e Açaí. Seguindo os conselhos do meu bom amigo, professor Claudemir Mesquita (um estudioso das questões ambientais), resolvi reflorestar a margem do igarapé Fundo, no curso onde ele passa ao lado da minha residência, no Conjunto Esperança.


Se todas as mudas ‘vingarem’, dentro de cinco anos o bairro terá quinze belas arvores para evitar a erosão do barranco e embelezar uma área ainda pouco valorizada.


Meio Ambiente: depende de mim, depende de nós!

 

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