Magnetoterapia


A força do campo magnético da Terra é de aproximadamente 0,5 gauss, apesar de aparentemente pequena, a força do campo magnético, medida em Gauss, é proporcional à massa total do magneto. Assim, 0,5 gauss em proporção ao tamanho da terra é algo significativo, e essencial à Vida.


Como a maioria das terapias naturais que teve um grande uso nas civilizações antigas, com o aumento da industrialização, foram aos poucos caindo em desuso. Porém nestas últimas décadas foram todas redescobertas, o mesmo aconteceu com a Magnetoterapia. Relata-se que, que no Egito Antigo, Cleópatra, enfeitava seu rosto com pequenos imãs para manter a beleza. Sabe-se que na Índia, a utilização de magnetos, na Terapia complementar é aplicada há mais de 2 mil anos.


Contemporaneamente existem evidências de sua necessidade e uso, como a exploração espacial que demonstrou quando os astronautas -por ficarem além do campo magnético terrestre- retornam apresentam sintomas e distúrbios psiquiátricos, deficiência de cálcio e sais minerais e mais outros distúrbios fisiológicos.


A Magnetoterapia é a ciência e a arte de cura através de ímãs, promovendo resultados positivos em quase todas as doenças funcionais do corpo humano. A forma de utilização dos Ímãs tanto pode ser com a aplicação externa dos mesmos, em pontos do corpo, específicos, ou na ingestão de Água Imantada, que vai estimular os canais de energia, sem danificar o organismo. A técnica segue os padrões universais de eletromagnetismo.


Como os Ímãs têm a capacidade de alterar qualquer tipo de circuito eletromagnético presente na natureza, incluindo o corpo humano. Os estímulos do corpo são efetuados através de constantes e rápidas descargas elétricas (lógico que com uma baixa intensidade). O campo magnético de um ímã, é justamente o caminho que os elétrons fazem quando saem de um pólo, até chegarem ao outro pólo, onde vão conseguir atuar nas regiões com algum distúrbio, alterando sua fisiologia e harmonizando os impulso dos nervos.


Se considerarmos que todas as funções do organismo são, em sua essência, biomagnéticas, podemos entender que cada célula do corpo, até o DNA, tem um campo biomagnético positivo e negativo, e que a divisão celular é, fundamentalmente, um processo magnético que ocorre em todos os tecidos e órgãos do corpo.


A bioquímica fisiológica , que utiliza vários aminoácidos, mostra evidências ao ser beneficiada pelo magnetismo..  Trabalha-se com magnetos de potencia abaixo de 2 500 gauss em patologias e sintomas menos agressivos; e acima de 3 000 gauss, polarizando o mesmo, onde a cronicidade patológica esta presente.


Em potencias altas a polaridade, norte ou sul, é fator determinante no resultado, podendo significar o desequilíbrio total ou cura, portanto o profissional deve ter formação acadêmica e empírica para utilização dos magnetos.


A aplicação pode ser diretamente no local, com o uso de adesivos; em chinelos e palmilhas, em pulseiras, fixados a roupas íntimas, em cintas, em placas para apoio dos membros, em vasilhas para colocação de água , massageadores, colchões e outros.

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